A evidência científica sobre suplementação no TEA é mista e em constante evolução. Embora vitaminas e extratos mostrem benefícios potenciais em sintomas comportamentais e cognitivos, eles não substituem terapias e devem ser avaliados individualmente por um médico.
Energia Cognitiva: Deficiências afetam o metabolismo energético cerebral. Essencial para o processamento mental sustentado.
Comportamento: Ligada à síntese de neurotransmissores. Suplementação (c/ Magnésio) mostra potencial na redução de irritabilidade e hiperatividade.
Metilação: Deficiências afetam a expressão gênica e o estresse oxidativo. Pode melhorar o comportamento adaptativo quando combinada com B12.
Interação Social: Baixos níveis correlacionam-se com severidade do TEA. Suplementação pode auxiliar na fala e reduzir a homocisteína (neurotóxica).
Antioxidante: Combate radicais livres gerados pelo estresse metabólico. Muitas crianças com TEA têm baixa ingestão de frutas, gerando déficit.
Neuroinflamação: Meta-análises indicam melhoria em sintomas centrais e estereotipias. Deficiência é muito prevalente no espectro.
Proteção Lipídica: Protege as membranas cerebrais contra peroxidação. Importante para a integridade celular a longo prazo.
Sinapse: Níveis sanguíneos frequentemente baixos no TEA. Fundamental para a comunicação entre neurônios, imunidade e crescimento.
Rico em antocianinas. Estudos em modelos experimentais sugerem que pode atenuar comportamentos repetitivos via modulação da neuroinflamação.
Evidências mostram redução de ansiedade e estresse em adultos (escores DASS-21). Seu uso visa o efeito ansiolítico natural, ajudando na regulação sensorial.
Fornece fibras fundamentais para a saúde intestinal. Um intestino saudável (combate à disbiose) é premissa para a produção correta de neurotransmissores (Eixo Intestino-Cérebro).
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* Lista completa disponível mediante solicitação técnica ou consulta aos repositórios PubMed/PMC indicados.